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31 agosto, 2008

Sinais de Pontuação








Estou trabalhando os Sinais de Pontuação com os meus anjinhos, então vi esses desenhos na internet e resolvi confeccioná-los. Vou colocar a explicação de cada um. Vai ficar bem legal!

07 agosto, 2008

Chaveirinho para os pais

Como ando sem dinheiro, pra variar !!! Então resolvi não inventar muito...

As fotos das crianças eu já tinha...

Alguns emborrachados em já tinha....

Os chaveiros também já tinha...


Bom!!! Só precisei arrumar um pouquinho de criatividade, ultimamente ela anda me abandonando. Acho que deve ser cansaço.
Ficou simples, mas bem bonitinho. Para proteger a foto eu coloquei pequenos pedaços de folha de retro-projetor.
E um detalhe muito importante, agora arrumei uma companheira (Ilka) pra me ajudar a fazer as lembrancinhas para os alunos. Eu faço para os meus alunos, ela faz para os dela.... Enfim!!! As vezes ela até faz muito mais do que eu, mas no final dá tudo certo.
As vezes eu até brinco e digo que criei um monstrinho, ela está viciada em E.V.A. Passamos o recesso escolar todinho fazendo coisinhas pra enfeitar as nossas salas de aula.

06 agosto, 2008

Alfabeto do Papai

05 agosto, 2008

Educação

"Educa o terreno e terás o pão farto.
Educa a árvore e receberás a bênção da fartura.
Educa o minério e obterás a utilidade de alto preço.
Educa a argila e plasmarás o vaso nobre.
Educa a inteligência e atingirás a sabedoria.
Educa as mãos e acentuarás a competência.
Educa a palavra e colherás simpatia e cooperação.
Educa o pensamento e conquistarás a ti mesmo.
Sem o alfabeto anoitece o espírito. Sem o livro falece na cultura. Sem o mérito da lição a vida seria animalidade. Sem a experiência e a abnegação dos que ensinam, o homem não romperia as faixas da infância.
Em toda parte, vemos a ação da Providência Divina, no aprimoramento da Alma Humana.
Aqui é o amor que edifica. Além, é o trabalho que aperfeiçoa. Mais adiante é a dor que regenera.
Meus amigos, a Terra é nossa escola milenária e sublime. Jesus é o Nosso Divino Mestre. O espiritismo sobretudo, é obra de educação. Façamos da educação com o Cristo, o culto de nossa vida, para que a nossa vida possa educar-se e educar como Senhor, hoje e sempre."
Desconheço o Autor

04 agosto, 2008

03 agosto, 2008

02 agosto, 2008

01 agosto, 2008

27 julho, 2008

25 julho, 2008

03 julho, 2008

Coisas que a vida ensina depois dos 40

Quando nós chegarmos aos 40, nós todos saberemos que:
Amor não se implora, não se pede não se espera...Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças acerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor.
O amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças. Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.E vive a vida mais alegremente.
Artur da Távola

05 junho, 2008

Aprenda a identificar em qual hipótese de escrita está o seu filho ou aluno

FASE I: HIPÓTESE PRÉ-SILÁBICA
Nesta fase podemos encontrar as crianças que “escrevem” se utilizando de desenhos. Por exemplo: a professora dita a palavra BOLA e a criança ao invés de usar letras, desenha uma bola para representar o que lhe foi ditado.
Também podemos encontrar nesta fase as crianças que para “escrever” já se utilizam de letras mas sem relacioná-las à linguagem oral, ou não conhecendo letras, usam algum tipo de rabisco ou sinal que lembrem letras.
Geralmente, nesta fase, a criança acha que coisas grandes devem ter nomes com muitas letras e coisas pequenas devem ter nomes com poucas letras. Por exemplo: ditando-se a palavra BOI, com certeza a criança usará muitas letras para escrevê-la, pois pensará no tamanho do animal. Ao passo que para a palavra FORMIGA, usará poucas letras.

FASE II: HIPÓTESE SILÁBICA
Nesta fase o aluno acredita que cada letra serve para representar uma sílaba oral. Por exemplo: se alguém perguntar à criança quantas letras são necessárias para escrever a palavra CAVALO, ela repetirá a palavra para si mesma pedaço por pedaço e responderá que são necessárias 03: uma letra para CA, uma para VA e outra para LO.
Assim sendo, a criança poderá escrever CAVALO das seguintes formas:
KVL
AAO
AVL
KAL
Nos exemplos acima, fica claro que a criança faz correspondência das letras com o valor sonoro que cada uma tem.
Mas ainda podemos encontrar nesta fase a criança que, embora, use uma letra para cada sílaba oral não faça correspondência da letra com o valor sonoro que ela tem.
Por exemplo, a mesma palavra CAVALO poderá ser escrita por esta criança da seguinte forma:
TBE (sem correspondência nenhuma das letras com seus valores sonoros, mas escrevendo uma letra para cada sílaba oral).
FASE III: HIPÓTESE SILÁBICO-ALFABÉTICA
Nesta fase a criança descobre que para escrever não é suficiente usar apenas uma letra para cada sílaba. Como esta fase é uma fase de transição “da hipótese silábica para a escrita convencional(alfabética)”, a criança começa a escrever ora representando a sílaba completa (usando uma letra para cada fonema), ora usando uma letra para cada sílaba.
É nesta fase que os pais costumam dizer: O que está acontecendo? Meu filho(a) está lendo, mas na hora de escrever “come” letras. A criança não come letras, está apenas reformulando o que na hipótese silábica acreditava. Logo esta nova fase deixará de satisfazer a criança (assim como ocorreu antes) e ela prosseguirá em busca de uma solução (hipótese) de escrita mais completa.
São exemplos de escritas silábico-alfabéticas:
CAVLU (cavalo)
JABUTCAA (jabuticaba)
MNINO (menino)
CADRA (cadeira)

FASE IV: HIPÓTESE ALFABÉTICA
Esta fase constitui o final da construção da base alfabética. Nela a criança já compreendeu como se dá a escrita. Descobriu que cada letra representa um valor sonoro (fonema) e que as agrupando formamos sílabas. Porém, ainda está caminhando no que se refere ao funcionamento do sistema ortográfico da Língua Portuguesa. Além, das regularidades ortográficas, a partir desta fase a criança terá que aprender a refletir sobre a organização dos textos, de modo que sejam coerentes e eficazes no uso social.

02 junho, 2008

A importância do lúdico no desenvolvimento da criança

O brinquedo é oportunidade de desenvolvimento. Brincando, a criança experimenta, descobre, inventa, aprende e confere habilidades. Além de estimular a curiosidade, a autoconfiança e a autonomia, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração e atenção.
Brincar é indispensável à saúde física, emocional e intelectual da criança. Irá contribuir, no futuro, para a eficiência e o equilíbrio do adulto.
Brincar é um momento de auto - expressão e auto - realização. As atividades livres com blocos e peças de encaixe, as dramatizações, a música e as construções desenvolvem a criatividade, pois exige que a fantasia entra em jogo. Já o brinquedo organizado, que tem uma proposta e requer desempenho, como os jogos (quebra-cabeça, dominó e outros) constitui um desafio que promove a motivação e facilita escolhas e decisões à criança.
O brinquedo traduz o real para a realidade infantil. Suaviza o impacto provocado pelo tamanho e pela força dos adultos, diminuindo o sentimento de impotência da criança. Brincando, sua inteligência e sua sensibilidade estão sendo desenvolvidas. A qualidade de oportunidades que estão sendo oferecidas à criança através de brincadeiras e brinquedos garantem que suas potencialidades e sua afetividade se harmonizem. A ludicidade, tão importante para a saúde mental do ser humano é um espaço que merece atenção dos pais e educadores, pois é o espaço para expressão mais genuína do ser, é o espaço e o direito de toda criança para o exercício da relação afetiva com o mundo, com as pessoas e com os objetos.
Um bichinho de pelúcia pode ser um bom companheiro. Uma bola é um convite ao exercício motor, um quebra - cabeças desafia a inteligência e um colar faz a menina sentir-se bonita e importante como a mamãe. Enfim, todos são como amigos, servindo de intermediários para que a criança consiga integrar-se melhor.
As situações problemas contidas na manipulação dos jogos e brincadeiras fazem a criança crescer através da procura de soluções e de alternativas. O desempenho psicomotor da criança enquanto brinca alcança níveis que só mesmo a motivação intrínseca consegue. Ao mesmo tempo favorece a concentração, a atenção, o engajamento e a imaginação. Como conseqüência a criança fica mais calma, relaxada e aprende a pensar, estimulando sua inteligência.
Para que o brinquedo seja significativo para a criança é preciso que tenha pontos de contato com a sua realidade. Através da observação do desempenho das crianças com seus brinquedos podemos avaliar o nível de seu desenvolvimento motor e cognitivo. No lúdico, manifestam-se suas potencialidades e ao observá-las poderemos enriquecer sua aprendizagem, fornecendo através dos brinquedos os nutrientes ao seu desenvolvimento.
A relação criança X brinquedo X adulto
A criança trata os brinquedos conforme os receberam. Ela sente quando está recebendo por razões subjetivas do adulto, que muitas vezes, compra o brinquedo que gostaria de ter tido, ou que lhe dá status, ou ainda para comprar afeto e outras vezes para servir como recurso para livrar-se da criança por um bom espaço de tempo. É indispensável que a criança sinta-se atraída pelo brinquedo e cabe-nos mostrar a ela as possibilidades de exploração que ele oferece, permitindo tempo para observar e motivar-se.
A criança deve explorar livremente o brinquedo, mesmo que a exploração não seja a que esperávamos. Não nos cabe interromper o pensamento da criança ou atrapalhar a simbolização que está fazendo. Devemos nos limitar a sugerir, a estimular, a explicar, sem impor nossa forma de agir, para que a criança aprenda descobrindo e compreendendo, e não por simples imitação. A participação do adulto é para ouvir, motivá-la a falar, pensar e inventar.
Brincando, a criança desenvolve seu senso de companheirismo. Jogando com amigos, aprende a conviver, ganhando ou perdendo, procurando aprender regras e conseguir uma participação satisfatória.
No jogo, ela aprende a aceitar regras, esperar sua vez, aceitar o resultado, lidar com frustrações e elevar o nível de motivação.
Nas dramatizações, a criança vive personagens diferentes, ampliando sua compreensão sobre os diferentes papéis e relacionamentos humanos.
As relações cognitivas e afetivas da interação lúdica, propiciam amadurecimento emocional e vão pouco a pouco construindo a sociabilidade infantil.
O momento em que a criança está absorvida pelo brinquedo é um momento mágico e precioso, em que está sendo exercitada a capacidade de observar e manter a atenção concentrada e que irá inferir na sua eficiência e produtividade quando adulto.
Vamos brincar?
Brincar junto reforça os laços afetivos. É uma manifestação do nosso amor à criança. Todas as crianças gostam de brincar com os pais, com a professora, com os avós ou com os irmãos.
A participação do adulto na brincadeira da criança eleva o nível de interesse, enriquece e contribui para o esclarecimento de dúvidas durante o jogo. Ao mesmo tempo, a criança sente-se prestigiada e desafiada, descobrindo e vivendo experiências que tornam o brinquedo o recurso mais estimulante e mais rico em aprendizado.
Guardar os brinquedos com cuidado pode ser desenvolvido através da participação da criança na arrumação feita pelo adulto. O hábito constante e natural dos pais e da professora ao guardar com zelo o que utilizou, faz com que a criança adquira automaticamente o mesmo hábito, ocorrendo inclusive satisfação tanto no guardar como no brincar.
Maria do Rosário Silva Souza

" Os professores podem guiá-las proporcionando-lhes os materiais apropriados mais o essencial é que, para que uma criança entenda, deve construir ela mesma, deve reinventar. Cada vez que ensinamos algo a uma criança estamos impedindo que ela descubra por si mesma. Por outro lado, aquilo que permitimos que descubra por si mesma, permanecerá com ela."
( Jean Piaget )

28 maio, 2008

Atividades Festa Junina